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REGULAMENTAÇÃO DE DIREITOS DOS DOMÉSTICOS

Esta matéria interessa a todos os que têm empregada doméstica. Vocês se lembram que a "Pec das Domésticas" criou direitos mas alguns dependiam de regulametação.

http://crc-sc.jusbrasil.com.br/noticias/100604143/senado-aprova-20-de-impostos-sobre-salario-de-domesticas

Mundo joga fora um terço dos alimentos que produz por ano

No Dia do Meio Ambiente, estudo da Onu alerta para o desafio de reduzir o desperdício e a fome mundial, além de satisfazer as necessidades de uma população em rápida expansão

Mais da metade do desperdício de alimentos em países ricos ocorre na fase de consumo

o Paulo – A cada ano, 1,3 bilhão de toneladas de alimentos vão parar no lixo em todo o mundo. Na ponta do lápis, um terço de toda a comida produzida pelo sistema agrícola global está sendo perdida, de acordo com um novo estudo do World Resources Institute (WRI) em parceria com o Programa Ambiental das Nações Unidas (Pnuma).

Lançado no Dia Mundial do Meio Ambiente, que este ano traz o tema "Pense. Coma. Poupe  - Reduza sua pegada ecológica”, o documento mostra que mais da metade dos alimentos desperdiçados na Europa, Estados Unidos, Canadá e Austrália ocorre na fase do consumo.

Por outro lado, nos países em desenvolvimento, cerca de dois terços da comida é perdida após a colheita e armazenamento. Esses dados representam um sério desafio para a capacidade do planeta de reduzir a fome mundial e ainda satisfazer as necessidades alimentares de uma população global em rápida expansão.

O estudo, que é baseado em pesquisa da FAO, faz uma série de recomendações, incluindo o desenvolvimento de uma "protocolo de perdas de alimentos e geração de resíduos", um padrão global de como medir e monitorar e perda de alimentos. Se o que é medido é gerenciado, um protocolo deste tipo poderia ajudar os governos e as empresas a unir esforços para reduzir o problema.

De acordo com o estudo, que foi divulgado hoje na Mongólia, o mundo vai precisar de cerca de 60 por cento mais calorias dos alimentos em 2050 em comparação a 2006, se a demanda global mantiver sua trajetória atual de crescimento.

Reduzir para metade as taxas atuais de perda de alimentos e desperdício, dizem os autores, poderia reduzir esta lacuna em um quinto. Isso também resultará em grande economia no uso da água, energia, pesticidas e fertilizantes, e seria um impulso para a segurança alimentar global.

O relatório mostra, por exemplo, que a água utilizada para produzir alimentos que é desperdiçada em todo o mundo a cada ano pode encher 70 milhões de piscinas olímpicas, enquanto a quantidade de terras cultiváveis usado para produzir comida desperdiçada é equivalente ao tamanho do México.

Dos bancos alimentares da comunidade na Austrália, com a utilização de silos metálicos de grãos pelos agricultores no Afeganistão, o estudo do WRI e do Pnuma mostra soluções simples e de baixo custo para reduzir a perda de alimentos e resíduos.

Um dos exemplos vem dos EUA. Para reduzir o tamanho das porções e, portanto, a quantidade de alimentos jogados fora todos os dias em suas cafeterias, algumas universidades americanas deixaram de usar bandejas (esquema prato feito) e introduziu um sistema de "pagar por peso".

Fonte: http://exame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/mundo-joga-fora-um-terco-dos-alimentos-que-pruduz-por-ano?page=1

Assuntos educacionais

Fonte: Jornal do Professor Maio-Junho 2013 nº 67
 

     Título de doutor é exigido para novos professores <http://emailmkt.editora-atlas.com.br/link.php?M=861690&N=1455&L=39&F=H

Uma mudança importante para os professores que pretendem ingressar na carreira do magistério superior: a partir de agora, a titulação de doutor passa a ser requisito. (...)
[ leia mais ] <http://emailmkt.editora-atlas.com.br/link.php?M=861690&N=1455&L=53&F=H



Mercado
Criação de universidade olímpica a caminho <http://emailmkt.editora-atlas.com.br/link.php?M=861690&N=1455&L=52&F=H

Governo representa 40% da renda do grupo formado por Kroton e Anhanguera <http://emailmkt.editora-atlas.com.br/link.php?M=861690&N=1455&L=47&F=H

Oportunidade 
Curso sobre Mercados Hipercompetitivos tem participação de Henry Mintzberg <http://emailmkt.editora-atlas.com.br/link.php?M=861690&N=1455&L=46&F=H

Tendência 
Mais estudantes, em poucas universidades <http://emailmkt.editora-atlas.com.br/link.php?M=861690&N=1455&L=45&F=H


      Cotidiano
Justiça determina que IES paulistas devolvam R$ 662 milhões aos cofres públicos
<http://emailmkt.editora-atlas.com.br/link.php?M=861690&N=1455&L=40&F=H
Bibliografia Básica de Referência ANGRAD para graduação em Administração
<http://emailmkt.editora-atlas.com.br/link.php?M=861690&N=1455&L=51&F=H
Política 
MEC cria o Núcleo de Atendimento ao Procurador Institucional (NAPI) <http://emailmkt.editora-atlas.com.br/link.php?M=861690&N=1455&L=50&F=H

Manobra contábil maquia gastos do governo com educação <http://emailmkt.editora-atlas.com.br/link.php?M=861690&N=1455&L=49&F=H

Nunca seja um avalista

De vez em quando um amigo que mal me cumprimenta, ou um colega de trabalho que nunca me ajudou, me pede que seja seu avalista.

Provavelmente, ele raciocina que perguntar não ofende, só depende da cara-de-pau de cada um.

Por que os bancos insistem em obter um aval de um amigo do cliente?

No fundo, o que os bancos querem é reduzir o risco da operação de crédito, arrolando também os bens pessoais do avalista como garantia.

Mas que interesse tem o avalista em colocar seus bens em risco sem nada receber em troca?

O avalista entra gratuitamente nesse contrato como um voluntário, um altruísta, sem receber uma remuneração pelo serviço que presta ao banco.

O avalista só entra com obrigações e não tem nenhum benefício, só chateação.

O banco ficará obviamente feliz com o empréstimo que você viabilizou.

Uma técnica que eu uso nessas ocasiões, e que aprendi com um verdadeiro amigo, é ficar indignado com os juros exorbitantes cobrados pelo banco e oferecer o mesmo empréstimo, sem cobrar juros.

Seu amigo ou parente vai pular de alegria, e você coloca uma única e singela imposição: que o gerente ou o presidente do banco avalize a operação.

Não é um pedido exorbitante, e nenhum gerente de banco poderá recusar, porque é exatamente o mesmo pedido que eles estão fazendo. Seria hipocrisia recusar.

Ninguém nunca voltou com meu contrato assinado, não sei por quê. Mas existe um efeito socialmente muito negativo nessa prática do aval, para o qual infelizmente sociólogos e antropólogos nunca atentaram.

Ao pedir um aval de um parente ou amigo, o sistema financeiro usa para seu próprio conforto creditício os laços familiares e de amizade longamente costurados pela sociedade brasileira.

Que tio pode recusar um aval a um sobrinho? Que irmão pode recusar dar um aval a outro irmão necessitado?

É uma saia-justa complicada.

Se você negar o pedido, deixará o parente magoado e a família ressentida. Ninguém obviamente avalia corretamente os riscos que você está correndo, só o banco.

Os laços de amizade e confiança que o próprio banco nunca sedimentou com seus clientes são substituídos pelos laços de amizade e confiança que seus familiares e amigos criaram com você. Aliás, se não tem o dinheiro para cobrir o aval, você nunca deveria tê-lo dado.

Caso contrário o banco poderá vender seus bens oferecidos em garantia. Dar um aval ou emprestar o mesmo montante é financeiramente a mesma coisa, porque um aval significa dar o dinheiro ao banco se seu amigo ou parente virar caloteiro.

Já vi mais de vinte famílias ser desestruturadas pelo simples fato de um parente não ter pago um empréstimo e o avalista ter sido processado, prejudicando duplamente a família. Há pessoas hoje pobres e destituídas que cometeram o pequeno erro de dar um único aval.

Muitos eram diretores e empregados de empresas, obrigados a dar um aval a um banco que financiava a empresa, senão perderiam o emprego.

Nenhum país dará certo se não puder criar um clima de confiança mútua entre seus cidadãos.

Nossa inflação e as constantes mudanças das regras e dos planos econômicos dilapidaram, e muito, nossos laços de confiança.

Colocaram-se várias vezes empregados contra patrões, fornecedores versus clientes, inquilinos versus senhorios, alunos versus professores, por causa de planos econômicos mal estruturados, que aumentaram a desconfiança entre nós, por nenhuma culpa das partes.

Para piorar ainda mais, o novo Código Civil exige que a esposa assine também o aval, criando discórdia entre marido e mulher, e nem toda esposa tem como recusar. Mais sensatas que os homens, elas jamais aceitariam dar um aval a um amigo do marido.

O novo Código Civil, em vez de aumentar os laços de confiança da sociedade, aumentou os pontos de atrito entre marido e mulher.

O correto seria restringir o uso do aval, e não tornar a esposa co-solidária da operação financeira que em nada a beneficia.

Mulheres, portanto, prestem muita atenção.

Lembrem-se de que, caso o amigo do seu marido se torne inadimplente, você perderá seus bens e os de seus filhos.

E você, que pretende ser avalista, lembre-se de que poderá perder seu amigo, seus bens e também sua esposa. Dito isso, alguém poderia me dar um aval?

Stephen Kanitz

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