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A revista VEJA na Internet

PRESENTÃO Para vocês todos!!!!

Aí está um Link de acesso à todas as revistas Veja,editadas pela Abril nesses últimos 40 anos. Da capa à contra-capa, incluindo todas as páginas.
Todas as edições de VEJA poderão ser consultadas na íntegra na web.
A revista VEJA abre todo o seu acervo de 40 anos de existência na internet.
Todas as edições poderão ser consultadas na íntegra em formato digital no endereço http://veja.abril.com.br/acervodigital/
A revista liberou o acervo em comemoração ao seu aniversário de 40 anos. A primeira edição de VEJA foi publicada em 11 de setembro de 1968.
O sistema de navegação é similar ao da revista em papel: o usuário vai folheando as páginas digitais com os cliques do mouse.
O acervo apresenta as edições em ordem cronológica, além de contar com um sistema de buscas, que permite cruzar informações e realizar filtros por período e editorias.
Também é possível acessar um conjunto de pesquisas previamente elaborado pela redação do site da revista, com temas da atualidade e fatos históricos.
Com investimento de R$ 3 milhões, o projeto é resultado de uma parceria entre a Editora Abril e a Digital Pages e levou 12 meses para ficar pronto. Mais de 2 mil edições impressas foram digitalizadas por uma equipe de 30 pessoas. O banco Bradesco patrocinou a iniciativa.
Recomendem e repassem (se for o caso) aos seus filhos, familiares e amigos.

Porque o Papa não é Brasileiro

Esta informação preocupante veio de O Estado de São Paulo.

Dom Odílio, franco favorito para ser o Papa que substituiria Bento VI, foi traído, por ninguém menos, um Cardeal Brasileiro.

Esta tem sido uma constante no Brasil de nossas negociações internacionais.

Alunos de Relações Internacionais preparem-se.

Seu problema não será o lado contrário, seu maior problema é lidar com seus colegas brasileiros de negociação.

É assim na maioria da negociações, e aí perdemos feio.

O outro lado descobre que não estamos unidos, e fará uma oferta bem pior do que o máximo que aceitariam.

Por falta de organização, normalmente nossas equipes mal se reúnem antes da viagem, e não discutem suas diferenças em solo nacional.

‘Os Cardeais brasileiros racharam durante o conclave”, o que de experiência própria, não é nenhuma novidade, e me espanta que a Igreja Católica não tenha estudado a História Administrativa do Brasil.

O momento para se rachar, é antes da negociação internacional, as diferenças precisam ser resolvidas em solo nacional, e todos precisam sair com uma única liderança e objetivos negociais.

A foto de D. Cláudio Hummes ao lado do Papa Francisco é um momento triste para o Brasil, que deveria ter tido uma maior liderança de D. Odílio, já o Brasil é líder em catolicismo.

Participei de Negociações Internacionais pelo Brasil, com Bancos Estrangeiros na Questão da Dívida, e era assustador a falta de diálogo. Ninguém ouvia o outro, todos tinham a sua agenda pessoal, todos tinham a sua opinião acadêmico e tente mudar um idéia fixa de um acadêmico brasileiro.

Novamente, perdemos prestígio internacional, porque não sabemos negociar, nem sequer sabemos como preparar para negociar, que envolve sair com um único discurso, ganhador.

Cardeal brasileiro faz campanha para papa argentino, mesmo antes do conclave

Interessante, não? Você age ou reage?

Certa noite, há poucos dias, fui com um amigo à banca de jornais. Ele comprou o jornal, agradecendo cortesmente ao jornaleiro. Este, nem se abalou.
“Camarada mal educado, não é?”, comentei.
“Ah, ele é sempre assim!”, respondeu meu amigo.
“Nesse caso, por que continua sendo delicado com ele?”, indaguei.
“Por que não?”, perguntou meu amigo por sua vez, concluindo: “Por que iria eu deixar que ele decidisse como eu devo agir?”
Pensando mais tarde nesse incidente, ocorreu-me que a palavra importante era “agir”. Meu amigo age com relação aos outros; quase todos nós reagimos.
Ele tem senso de equilíbrio interior que falta à maioria das pessoas; ele sabe como é, o que é, como deve proceder, tem convicções próprias. Recusa-se a retribuir incivilidade com incivilidade, porque assim já não seria senhor de sua própria conduta.
Quando a Bíblia nos recomenda que paguemos o mal com o bem, consideramos isso uma injunção moral, o que é verdade. Mas é também uma receita psicológica para nossa saúde emocional.
Ninguém é mais infeliz que aquele que apenas reage. Seu centro de gravidade emocional não tem raízes em si mesmo, como deve ser, mas no mundo fora dele. Sua temperatura espiritual está sempre sendo elevada ou abaixada pelo clima social que o cerca, e ele é uma simples criatura à mercê desses elementos. O elogio lhe dá uma sensação de euforia, que é falsa porque não provém de auto-aprovação. As críticas o deprimem mais do que devem, porque confirmam sua própria opinião insegura de si mesmo. As caras feias que lhe fazem ferem-no e a mais leve suspeita de antipatia o faz amargurar-se.
A serenidade de espírito não poderá ser atingida enquanto não nos tornamos senhores de nossas próprias ações e atitudes. Deixar que os outros determinem se devemos ser rudes ou corteses, se devemos exultar ou ficar deprimidos, é abrir mão do controle sobre nossa própria personalidade, que, afinal, é tudo quanto possuímos.
Parece difícil? Peça a ajuda de Deus:
“Se alguém tem falta de sabedoria, peça a Deus, ele dará
porque é generoso e dá com bondade a todos”
Bíblia, livro de Tiago, capítulo 1 verso 5
Texto Bíblico Utilizado:Tiago 1:5

Plenário: preliminar sobre repercussão geral é indispensável

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) resolveram nesta quarta-feira (12) uma questão de ordem no Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) 663637, interposto contra decisão do ex-presidente da Corte, ministro Cezar Peluso (aposentado), que negou seguimento ao recurso por ausência de preliminar de repercussão geral. Ao concluir a análise dessa questão de ordem, o Plenário, na linha do voto proferido pelo ministro Ayres Britto, firmou entendimento no sentido de que é indispensável a apresentação de preliminar fundamentada sobre a existência de repercussão geral, mesmo que o STF, na análise de outro recurso, já tenha reconhecido a presença de repercussão geral da matéria.
 
A questão de ordem foi suscitada no julgamento de um agravo regimental interposto contra decisão da presidência da Corte, de março deste ano, que negou seguimento ao ARE, por ausência de preliminar formal e fundamentada demonstrando a existência de repercussão geral das questões constitucionais discutidas no recurso extraordinário. O autor do agravo regimental alega que a matéria contida no ARE já teve a sua repercussão geral reconhecida no julgamento de outro recurso. Assim, em seu entendimento, a preliminar de repercussão geral estaria contida implicitamente no recurso extraordinário interposto.
Ao proferir o voto condutor do julgamento, em sessão no dia 31 de maio, o ministro Ayres Britto lembrou que, nos termos da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, o fato de o recurso tratar de matéria com repercussão geral já reconhecida apenas dispensa a submissão do tema a novo julgamento, quanto à presença do pressuposto, por meio do sistema eletrônico pertinente (Plenário Virtual). Porém, não exime os recorrentes do dever constitucional e processual de apresentar preliminar devidamente fundamentada sobre a presença da repercussão geral  (parágrafo 3º do artigo 102 da Constituição Republicana e parágrafo 2º do artigo 543-A do CPC).
 
Voto-vista
 
Ao apresentar seu voto-vista na sessão desta quarta-feira (12), o ministro Gilmar Mendes considerou “assistir razão à parte agravante quanto à inexigência de preliminar formal e fundamentada de repercussão geral nos casos em que o tema já foi apreciado por meio do regime da repercussão geral”. Para ele, “a prevalência do mérito dos recursos, em detrimento dos requisitos de admissibilidade nos casos já submetidos ao regime da repercussão geral, parece ser o que mais atende ao fim mediato da repercussão geral, de promover acesso à justiça em sentido material, por meio da prolação de decisões uniformes no Judiciário brasileiro”. No entanto, o ministro Gilmar Mendes negou provimento ao agravo regimental por questão processual relacionada à admissibilidade recursal no tribunal de origem.
 

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